Volta ao Algarve: O alto da Fóia testa hoje os favoritos ao triunfo final

17/02/2022

O ponto mais alto do Algarve, situado a 900 metros de altitude, em plena serra de Monchique, culminará uma viagem de 182,4 quilómetros, com partida de Albufeira, que destronará o ‘sprinter’ neerlandês, que lidera a geral com o mesmo tempo do segundo e terceiros classificados, o francês Bryan Coquard (Cofidis) e o norueguês Alexander Kristoff (Intermarché-Wanty-Gobert Matériaux), respetivamente.

O triunfo na Fóia, no final de uma jornada que tem início marcado para as 12:50 e que inclui três contagens de montanha, a última das quais a coincidir com a meta, valerá, inevitavelmente, a liderança da geral, com o líder da juventude, o belga Remco Evenepoel (Quick-Step Alpha Vinyl), e o ‘vice’ do ano passado, o britânico Ethan Hayter (INEOS), a serem os dois grandes candidatos a vestir de amarelo.

Depois de uma primeira fase tranquila, com passagem na meta volante de Salir (quilómetro 44,4), o pelotão vê a estrada inclinar-se, com a terceira categoria da Pomba a estar situada aos 109,7 quilómetros.

Ao primeiro teste montanhoso, segue-se a meta volante de Rasmalho (148,8), que antecede nova dificuldade, a Picota, uma contagem de segunda categoria de 9,3 quilómetros, com inclinação média de 5,5%, e que dista 7,4 quilómetros do sopé da Fóia.

Para alcançarem o ponto mais alto do Algarve, onde está instalada uma contagem de montanha de primeira categoria coincidente com a meta, os ciclistas vão ter pela frente 7,1 quilómetros de escalada com uma pendente média de 6,8%, naquela que será a primeira oportunidade para os candidatos à camisola amarela se mostrarem, com a chegada a estar prevista para as 17:33.

Os pretendentes ao triunfo final não deverão descurar o facto de, em edições anteriores, o vencedor desta etapa ter coincidido com o vencedor final, como aconteceu com Michal Kwiatkowski, em 2018, Tadej Pogacar, em 2019, e Remco Evenepoel, em 2020.

A 48.ª Volta ao Algarve arrancou na quarta-feira em Lagos e termina no domingo, no alto do Malhão, que irá consagrar o sucessor do português João Rodrigues (W52-FC Porto), ausente por estar a recuperar da covid-19.


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