Harry revela "tensões significativas" com o principal assessor da rainha

07/07/2022

O príncipe Harry pediu que fosse revista em tribunal uma decisão anteriormente tomada relativamente à proteção policial, durante as visitas ao Reino Unido, do seu núcleo familiar. As queixas apresentadas pelo neto da rainha Isabel II foram ouvidas esta quinta-feira, 7 de julho, no Supremo Tribunal. 

Entre as alegações apresentadas no  processo conta o Ministério do Interior (Home Office), destaca-se uma declaração do duque de Sussex sobre um dos principais assessores da rainha de Inglaterra. 

Harry defende que o assessor Edward Young “não deveria ter estado envolvido” na decisão de fevereiro de 2020, acrescentando que existiam “tensões significativas” entre os dois.

Foi o Comité Executivo para a Proteção da Realeza e Figuras Públicas (Ravec) – tomando em consideração a posição do secretário da rainha – a decidir que Harry deixaria de receber o mesmo grau de segurança e proteção pessoal ao visitar o Reino Unido – mesmo depois de o príncipe se ter oferecido para ser ele a pagar estes serviços. 

“Ele não sabia naquela altura que a casa real estava envolvida… ele foi informado de que era uma decisão independente”, defendeu a equipa de advogados do príncipe, alegando que Harry não recebeu uma “explicação clara e completa” de quem seriam os elementos do Ravec envolvidos na decisão – não tendo conhecimento de que, por exemplo, representantes da casa real estariam envolvidos. 

Harry e Meghan Markle perderam o direito à proteção policial, financiada pelos contribuintes britânicos, quando decidiram abandonar o grupo senior da realeza britânica, em 2020. 

Leia Também: Príncipe Harry não desiste. Processo contra Home Office vai a tribunal


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