Bolsas europeias em baixa à espera de indicadores e pendentes da OPEP+

05/10/2022

Às 08h55 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a baixar 0,18% para 402,32 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,37%, 0,20% e 0,12%, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 0,58% e 0,38%.

Depois de abrir em baixa, a Bolsa de Lisboa mantinha a tendência às 08:55, com o principal índice, o PSI, a cair 0,85% para 5.479,63 pontos.

As bolsas europeias estavam em baixa depois de se terem esvanecido as expectativas de que a Reserva Federal dos EUA (Fed) vá moderar a intensidade das subidas das taxas de juro.

Neste contexto, os juros das dívidas soberanas estavam a subir, mas para níveis longe dos atingidos há semanas, na sequência de uma avalancha de subidas das taxas de juro por diversos bancos centrais.

Os investidores aguardam hoje a publicação dos índices PMI dos serviços da zona euro e dos EUA, bem como do relatório sobre o emprego ADP norte-americano.

Também estão à espera da evolução do preço do petróleo, que na terça-feira se revalorizou mais de 3%, à espera que a aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, se reúna hoje para debater um considerável corte da oferta de petróleo.

Na terça-feira, a Bolsa de Wall Street terminou em alta, com o Dow Jones a avançar 2,80% para 30.316,32 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro deste ano.

O Nasdaq fechou a valorizar-se 3,34% para 11.176,41 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro do ano passado.

A nível cambial, o euro abriu em baixa, mas a aproximar-se da paridade, no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 0,9952 dólares, contra 0,9970 dólares na terça-feira e 0,9585 dólares em 27 de setembro, um mínimo desde junho de 2002.

O barril de petróleo Brent para entrega em dezembro abriu com tendência ascendente no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 92,01 dólares, contra 91,80 dólares na terça-feira e 82,86 dólares em 26 de setembro, um mínimo desde fevereiro deste ano (antes do início da invasão da Ucrânia pela Rússia).

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